Hoje, fui almoçar ao Biffes. Com people do congresso, naturalmente...
O P. estava a sondar quem queria vinho, e estava a planear pedir uma garrafita, pequenina, dizia ele, que deve chegar. Depois, pergunta:
P: Cacau, tu queres vinho?
Cacau: Eu quero... (envergonhadíssima, como devem imaginar...)
P: Ah, então acho melhor mandar vir uma das grandes...
Olha-me este! Antioxidantes naturais e eu não ia querer? Tá bem, tá...
sábado, 7 de Novembro de 2009
Fui almoçar com o C. Um hábito semanal, há algumas semanas inexistente... A páginas tantas, entre risos e gargalhadas:
C: - Já tinha saudades de estar contigo.
Cacau: - Por acaso, tinha saudades destes almoços...
C (resmungando): -Dizes cada coisa! Quero lá saber do almoço, tinha saudades era tuas!
Cacau: - Olha, de certeza que não tou aqui por causa do pão com sementes...

Entretanto, numa incursão à perfumaria, mostrei-lhe vários perfumes... A páginas tantas, o C. inspira, pára e fecha os olhos...
Cacau: Então, diz-me lá, se eu tivesse com esse perfume tinhas vontade de me dar umas trincas?
O C. abre os olhos, olha-me de frente, e enquanto vira costas, resmunga:
- Acredita, não precisas do perfume para nada.
Vá-se lá entender os homens...
Não podemos gostar de almoçar com eles.
Não se pode querer saber nada, que respondem sempre torto às nossas perguntas...
Só estão bem de cerveja na mão, tremoço na outra e a ver futebol? É? É? É?
C: - Já tinha saudades de estar contigo.
Cacau: - Por acaso, tinha saudades destes almoços...
C (resmungando): -Dizes cada coisa! Quero lá saber do almoço, tinha saudades era tuas!
Cacau: - Olha, de certeza que não tou aqui por causa do pão com sementes...

Entretanto, numa incursão à perfumaria, mostrei-lhe vários perfumes... A páginas tantas, o C. inspira, pára e fecha os olhos...
Cacau: Então, diz-me lá, se eu tivesse com esse perfume tinhas vontade de me dar umas trincas?
O C. abre os olhos, olha-me de frente, e enquanto vira costas, resmunga:
- Acredita, não precisas do perfume para nada.
Vá-se lá entender os homens...
Não podemos gostar de almoçar com eles.
Não se pode querer saber nada, que respondem sempre torto às nossas perguntas...
Só estão bem de cerveja na mão, tremoço na outra e a ver futebol? É? É? É?
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Senti assim o teu abraço. A tua carícia pelas minhas costas, matando a saudade de quem quer sentir incansavelmente o sabor dos meus lábios e da minha pele. Foi um abraço terno, de pura meiguice, de total encanto. Um momento que se destaca na memória do tempo e dos dias... Houvesse uma maneira de me prender, de nos prender, naquele momento. Em que o passado, o futuro e o presente se misturam e desfazem em desculpas vãs... Silenciosas. Como nós. Pudesse o tempo apagar o ruído e a cor desses dias, em que os corpos se afastam e se magoam incansavelmente, infinitamente. Já não sei se é a memória de ti que me atrai, há anos infindos, ou se é uma memória tua que nunca existiu... Conheço-te como a mim. Melhor até, talvez... Conheço? A dúvida permanece... Será assim o amor? Ou é apenas e só algo que não me dou ao luxo de deixar acontecer porque... porque... porque não.
Foi um momento o em que pousaste mais de leve que pensar a tua mão, e a retiraste. Senti ou não?
Senti ou não? Sem ti, ou não?
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Ontem foi o dia mais feliz da minha vida.
Mais do que o dia em que defendi a monografia. Mais do que o momento em que peguei o meu afilhado ao colo. Mais do que aquele primeiro beijo, um dia tão ansiado.
Ontem foi o dia em que me senti renascer.
Em que senti que o mundo é um lugar cheio de oportunidades que podemos abraçar ou não. Em que senti que posso fazer tudo, talvez até comandar uma nave espacial.
Ontem foi o dia em que o meu sorriso se tornou novamente genuíno e sem peso. Leve, leve, leve.
Foi o dia em que senti que a minha vida e o que faço dela ganhou de novo importância. Não uma importância relativa, mas a verdadeira e derradeira importância de quem vive.
Gostaria de dizer que gostava de mais dias assim... Mas não os desejo, nem os anseio.
Apesar de estar preparada. Estou? Sinto-me preparada para momentos em que falta o chão?? Não. Mas suponho que este tempo de espera me ensinou muita coisa, que aprendi com garra...
Numa situação idêntica, espero por um dia assim. O que espero mesmo, é que essa situação não exista. Nunca mais.
Hoje é o início do resto da minha vida.
Mais do que o dia em que defendi a monografia. Mais do que o momento em que peguei o meu afilhado ao colo. Mais do que aquele primeiro beijo, um dia tão ansiado.
Ontem foi o dia em que me senti renascer.
Em que senti que o mundo é um lugar cheio de oportunidades que podemos abraçar ou não. Em que senti que posso fazer tudo, talvez até comandar uma nave espacial.
Ontem foi o dia em que o meu sorriso se tornou novamente genuíno e sem peso. Leve, leve, leve.
Foi o dia em que senti que a minha vida e o que faço dela ganhou de novo importância. Não uma importância relativa, mas a verdadeira e derradeira importância de quem vive.
Gostaria de dizer que gostava de mais dias assim... Mas não os desejo, nem os anseio.
Apesar de estar preparada. Estou? Sinto-me preparada para momentos em que falta o chão?? Não. Mas suponho que este tempo de espera me ensinou muita coisa, que aprendi com garra...
Numa situação idêntica, espero por um dia assim. O que espero mesmo, é que essa situação não exista. Nunca mais.
Hoje é o início do resto da minha vida.
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