O sol voltou e dourou a minha pele. As sardas começam a ficar pontos mais escuros dispersos pela face e depois lá no meio estão os meus olhos. Que ficam escondidos pelas sardas e ainda bem. É que (sabem?) os olhos nunca mentem, e por vezes não apetece que nos perguntem se está tudo bem. Aquele tudo bem sentido, o tal das entranhas, que vem sincero querendo saber o que esconde o nosso sorriso alegre. Gosto do calor na minha pele, e gosto das conversas longas que já não sabem a frio, mas a vida. Sabem a momentos perdidos que recuperamos sofregamente depois de meses a fio sem reacção. Sabem a bolos quentes, acabadinhos de fazer, com o cheirinho que invade o prédio todo.
'- Cacau, sente-se o cheiro da tua casa desde o elevador.' É o cheiro de vida e de bolos, de biscoitos e alegria. De uma quiche feita com carinho, meia ensarilhada nos ingredientes, mas cujo sabor sabe bem e sempre a pouco. Sabe a bem-querer. Sabe a viver. E viver é bom. Não é?
No decorrer dos dias, há que sonhar... seguir instintos e experimentar novas sensações. Porque viver faz parte da vida, o meu Waffle leva-vos à magia dos meus dias e dos locais que percorro: às pessoas que me inspiram! Espero que o saibam saborear. E que se inspirem. A sonhar (a acreditar!). A fazerem mais do que vos faz felizes. A amarem tudo o que a vida nos proporciona e é tão pessoal, tão nosso.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Uma manhã. Uma tarde. Dois casais. Um casal "nos vinte". Um casal "nos enta" (oitenta!). Quatro pessoas felizes com a vida. Dois casais de realidades sociais opostas. A manhã preenchida com perguntas sobre os certificados a inglês da dona (eu!), que aliviam o medo e fazem confiar na escolha da doutora para a namorada. Um à-vontade educado, simpático, que me deixa de sorriso franco nos lábios. A tarde preenchida com um casal diferente. Um senhor delicado e uma senhora que lhe repetia as minhas palavras, "para ele perceber bem Doutora, que ele não ouve muito bem". Uma senhora cuidadosa e deliciosa que pergunta muitas coisas e arregala os olhos para nos ouvir, como que assimilasse assim melhor a informação.
Um ano que começou. E a vida que não é uma festa. Mas há festas na vida. Este dia soube a festa. Sei lá eu porquê...
Um ano que começou. E a vida que não é uma festa. Mas há festas na vida. Este dia soube a festa. Sei lá eu porquê...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Olá João!
'Long time, no see...'
Seria uma boa expressão para utilizar, mas... se é verdade que nunca passou tanto tempo sem que falássemos, não minto quando digo que a tua presença é uma constante na minha vida. Como poderia ser de outro modo? Como será que se está longe de alguém que nos motiva diariamente na construção dos nossos sonhos, mantendo o sorriso inabalável de quem acredita que as coisas vão dar certo? Como se aceita (quando acreditamos com as nossas entranhas a palpitar que tudo acontece por um motivo) tudo aquilo que aconteceu? Como se gere este sentimento de luta pelos nossos sonhos e ao mesmo tempo o sentimento de desânimo pelo inesperado que a vida traz e nos mutila? Eu não sei. Estou a descobrir acho...
(E depois há dias em que tudo parece irreal, e penso que estás numa caverninha, derretendo neve e comendo folhecas. Quem sabe afinal?)
Sabes que não tenho corrido? As montanhas começam a chamar, mas eu não sei se sou capaz. Fico a olhar para as minhas sapatilhas de trail (aquelas verdes, da moda, lembras-te?) e penso se tudo continuará a fazer sentido, lá em cima. Talvez seja medo. Mas sem medo... não há coragem, lembras-te? Os dias seguiram outro rumo, e continuo a treinar na Openbox, aquela de que te falei. Lá encontrei mais. Encontrei força para continuar. Partes do meu corpo que eu desconhecia. Até estou a tentar ser menos trapalhona vê lá tu... Nah, que lá é tudo pesado e faz mossa no corpinho!
(Às vezes, aquela box sabe a Marão, sabias? Não te rias, juro que sabe: até me consigo sentir feliz!)
Sinto saudades da tua voz. Às vezes, saio do treino e seria hora de te contar tudo. E tu me chamares louca, e dizeres que eu havia era de correr, porque o meu lugar é nesse teu mundo. Mundo esse que também é louco, e incompreendido pelos milhares de pessoas que apostam nos 'treinos do sofá', e que te apontaram o dedo por teres ido sozinho, desafiar os teus limites.
(Eu não sabia que tu tinhas limites para desafiar, sabias?)
Nesses dias, e no caminho (às vezes tão longo) para casa, percebo que já não posso falar contigo como antes, e não é raro que as lágrimas saltem pelos meus olhos descontroladamente. A música tende a aumentar de som nestas alturas, mas a luz dos semáforos mantém-se desfocada, até que eu chegue a casa. Esses dias... começam a ser menos frequentes. Passei a ficar mais tempo na box depois do treino e acabei por substituir as lágrimas por risos (que ainda não são dobrados), porque tu não sabes, mas aquele pessoal é demais! E depois, chego a casa, e tenho amigos (e um cão) que me animam os serões.
(Sim. Naquele studio onde eu moro, assim minúsculo, cabe mesmo muita gente, sabes? Não esbugalhes os olhos, que é assim mesmo como eu digo!)
A vidinha corre. Eu aproveito o máximo que posso de cada dia, mas anseio o dia em que o meu sorriso condiga com o brilho do meu olhar e com o sentimento do meu coração. Isso ainda não acontece, porque parece que está sempre lá uma sombra a enegrecer o meu coração. Mas... racionalmente, percebo: essa sombra é, afinal uma Luz! A prova viva de que conheço alguém que vale a pena conhecer. Alguém que deixou tudo para arriscar num sonho, para viver o sonho de pedalar e galgar cada pedaço de terra neste planeta, sem grandes luxos. Apenas o privilégio de chegar aonde muitos de nós nem sonham. És a prova Viva de que vale a pena viver para concretizar os nossos sonhos, e materializá-los de uma forma humana e linda como só tu sabias fazer.
Até já, João.
Seria uma boa expressão para utilizar, mas... se é verdade que nunca passou tanto tempo sem que falássemos, não minto quando digo que a tua presença é uma constante na minha vida. Como poderia ser de outro modo? Como será que se está longe de alguém que nos motiva diariamente na construção dos nossos sonhos, mantendo o sorriso inabalável de quem acredita que as coisas vão dar certo? Como se aceita (quando acreditamos com as nossas entranhas a palpitar que tudo acontece por um motivo) tudo aquilo que aconteceu? Como se gere este sentimento de luta pelos nossos sonhos e ao mesmo tempo o sentimento de desânimo pelo inesperado que a vida traz e nos mutila? Eu não sei. Estou a descobrir acho...
(E depois há dias em que tudo parece irreal, e penso que estás numa caverninha, derretendo neve e comendo folhecas. Quem sabe afinal?)
Sabes que não tenho corrido? As montanhas começam a chamar, mas eu não sei se sou capaz. Fico a olhar para as minhas sapatilhas de trail (aquelas verdes, da moda, lembras-te?) e penso se tudo continuará a fazer sentido, lá em cima. Talvez seja medo. Mas sem medo... não há coragem, lembras-te? Os dias seguiram outro rumo, e continuo a treinar na Openbox, aquela de que te falei. Lá encontrei mais. Encontrei força para continuar. Partes do meu corpo que eu desconhecia. Até estou a tentar ser menos trapalhona vê lá tu... Nah, que lá é tudo pesado e faz mossa no corpinho!
(Às vezes, aquela box sabe a Marão, sabias? Não te rias, juro que sabe: até me consigo sentir feliz!)
Sinto saudades da tua voz. Às vezes, saio do treino e seria hora de te contar tudo. E tu me chamares louca, e dizeres que eu havia era de correr, porque o meu lugar é nesse teu mundo. Mundo esse que também é louco, e incompreendido pelos milhares de pessoas que apostam nos 'treinos do sofá', e que te apontaram o dedo por teres ido sozinho, desafiar os teus limites.
(Eu não sabia que tu tinhas limites para desafiar, sabias?)
Nesses dias, e no caminho (às vezes tão longo) para casa, percebo que já não posso falar contigo como antes, e não é raro que as lágrimas saltem pelos meus olhos descontroladamente. A música tende a aumentar de som nestas alturas, mas a luz dos semáforos mantém-se desfocada, até que eu chegue a casa. Esses dias... começam a ser menos frequentes. Passei a ficar mais tempo na box depois do treino e acabei por substituir as lágrimas por risos (que ainda não são dobrados), porque tu não sabes, mas aquele pessoal é demais! E depois, chego a casa, e tenho amigos (e um cão) que me animam os serões.
(Sim. Naquele studio onde eu moro, assim minúsculo, cabe mesmo muita gente, sabes? Não esbugalhes os olhos, que é assim mesmo como eu digo!)
A vidinha corre. Eu aproveito o máximo que posso de cada dia, mas anseio o dia em que o meu sorriso condiga com o brilho do meu olhar e com o sentimento do meu coração. Isso ainda não acontece, porque parece que está sempre lá uma sombra a enegrecer o meu coração. Mas... racionalmente, percebo: essa sombra é, afinal uma Luz! A prova viva de que conheço alguém que vale a pena conhecer. Alguém que deixou tudo para arriscar num sonho, para viver o sonho de pedalar e galgar cada pedaço de terra neste planeta, sem grandes luxos. Apenas o privilégio de chegar aonde muitos de nós nem sonham. És a prova Viva de que vale a pena viver para concretizar os nossos sonhos, e materializá-los de uma forma humana e linda como só tu sabias fazer.
Até já, João.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Momentos que (não) definem pessoas
Olhamos para os outros e esperamos. Esperamos atitudes e modos de agir. Criamos expectativas, sobre um castelo de areia construído bem juntinho ao mar; e quando as ondas as abatem violentamente... ficamos tristes. Revoltados. Exasperados.
Nunca somos o que esperam de nós. Podemos transformar-nos em mais. Ou ficar bem aquém do esperado. Mas nunca (nunca!) somos aquilo que esperam de nós. Porquê? Simples... simples! Quanto tempo demora até conheceres verdadeiramente alguém? Nem uma vida toda! O 'eu' deste momento, é diferente de mim há dez anos atrás, e diferente também daqui a dez anos... Quem diz dez, diz dois... Tanto (nos) muda em tão pouco tempo! As expectativas que fazes, nos míseros dias em que conheces alguém, não podem refletir toda a sua vivência passada... Sabes lá quantas vezes chorei e porquê... Sabes lá o sentido deste humor negro, deste frio modo de ser! O que se esconde por trás dos nossos muros, nem sempre é perceptível... e todos temos tendência a proteger o nosso lado lunar. O que está, afinal, escondido no nosso discurso?
É bem verdade que é mais feliz quem não pensa muito. Quem saboreia momentos, como quem saboreia morangos. Ou um waffle com chocolate. Salta de momento em momento, sendo pleno. Mas sente? Atreve-se a sentir ou vive em modo automático? Será (que é mesmo feliz)?
Nunca somos o que esperam de nós. Podemos transformar-nos em mais. Ou ficar bem aquém do esperado. Mas nunca (nunca!) somos aquilo que esperam de nós. Porquê? Simples... simples! Quanto tempo demora até conheceres verdadeiramente alguém? Nem uma vida toda! O 'eu' deste momento, é diferente de mim há dez anos atrás, e diferente também daqui a dez anos... Quem diz dez, diz dois... Tanto (nos) muda em tão pouco tempo! As expectativas que fazes, nos míseros dias em que conheces alguém, não podem refletir toda a sua vivência passada... Sabes lá quantas vezes chorei e porquê... Sabes lá o sentido deste humor negro, deste frio modo de ser! O que se esconde por trás dos nossos muros, nem sempre é perceptível... e todos temos tendência a proteger o nosso lado lunar. O que está, afinal, escondido no nosso discurso?
É bem verdade que é mais feliz quem não pensa muito. Quem saboreia momentos, como quem saboreia morangos. Ou um waffle com chocolate. Salta de momento em momento, sendo pleno. Mas sente? Atreve-se a sentir ou vive em modo automático? Será (que é mesmo feliz)?
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Perspetiva.
Sim ou sopas. Opções. Se racionalmente pudesses escolher o que te acontece... o que escolherias? Qual é a tua primeira ideia? Imagina que poderias escolher mudar uma única coisa na tua vida. O que seria? Curavas a doença crónica da tua mãe? Ias ter o emprego dos teus sonhos? Realizarias uma viagem louca à volta do mundo? Aposto (aposto!) que há tanta coisa que desejas! Acontecimentos do passado anulados. Problemas reduzidos a migalhas! O que escolherias?
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
A porta fechou aos solavancos por trás de mim. ''Não és a pessoa que conheci um dia'', ouvia ainda ao longe como que a murmurar, como que a gritar para que os meus sentidos acordassem daquele limbo silencioso. Não resultou e segui indiferente pelo dia fora, como quem não percebe que, num mísero minuto, tudo acabou. Horas descontraídas. Gargalhadas sincronizadas. Mãos entrelaçadas em dias frios e cinzentos. Dias infinitos de alegria comum, transformadas em indiferença no olhar. Fizemos maratonas vertiginosas para entregar mais um projecto e vender mais uma casa. E a vida correu, correndo connosco para longe um do outro.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Deambulando pelo Porto numa tarde solarenga de Setembro
Sente-se a estação que muda. O ar é quente e o vento não é fresco... Até parece Verão! A cada passo, o recomeço.
Setembro sempre simbolizou o início do ano para mim. É de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro que delineio objectivos, mas é em Setembro que avalio o ano. Os planos. Os objectivos. Para onde (por onde!) seguir. Aqui e ali testemunha-se a mudança. Estudantes na praxe vendem patas de galinha (a sério que venderam uma por 20€?), casais dão a mão enquanto se ouve a batida de uma música brasileira incoerente com o momento. Turistas esperam para entrarem nos barcos que deambulam sobre o Douro. E eu caminho.
Passa-me pela cabeça tanta coisa que aconteceu durante este ano. Os planos que tinha, realizados a 95%. Bem bom, para quem mudou a sua vida em tantos aspectos. Tanto mudou. Tão bom! É tanto permanece igual, só que melhor. O que é delicioso. À minha volta, nas outras pessoas, acho que Setembro talvez funcione de modo semelhante. Em vez de escolhermos canetas e cadernos, olhamos para nós e vemos a nossa evolução espelhada no tempo. Em momentos. Em escolhas. Em avanços e retrocessos.
Os amigos que surgiram e os que perdemos. Os que gostaríamos de poder manter por perto, mas que por um motivo ou outro não conseguimos... Talvez seja demasiado difícil para suportar. Os que se mantêm perto mas que sabemos... de amigos, têm apenas a curiosidade. Ou o interesse... Ou aqueles que se revelaram demasiado diferentes do que pensávamos (ou seriam os meus óculos cor-de-rosa que olhavam para eles com ar de sonho e boa vontade?). E os que gosto mais: os de sempre! São de sempre, ainda que os conheça há um mês ou há dez anos. Querem sempre saber como estamos, e se o nosso sorriso é mesmo sincero. E partilham, até os momentos mais efémeros e estranhos das suas vidas connosco. E nós com eles! São estes, os que fazem sentido, e fazem tudo valer a pena! São a eterna surpresa e maravilha da vida!
Tanto mudou, que eu não mudei nada. Cozinho mais um pouco. Recomecei os treinos. Tenho imensos planos, e hão-de surgir algumas desculpas. Daquelas sentidas. Algumas hão-de ser reais (a tal da contratura!): tão reais que chateiam que 'tolhe', mas que já ninguém leva a sério. Nem mesmo eu! Gosto mais de rir, e suporto cada vez menos mentiras. Adoro batalhas pessoais e seguir de perto homens comuns que se erguem das cinzas contra tudo e contra todos. Vou sempre amar desafios!
É Setembro nesta cidade. E no meu coração é Primavera. Os dias passam mais rápido, mas os momentos são mais vividos, e duram mais. Gosto da minha vida assim.
Setembro sempre simbolizou o início do ano para mim. É de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro que delineio objectivos, mas é em Setembro que avalio o ano. Os planos. Os objectivos. Para onde (por onde!) seguir. Aqui e ali testemunha-se a mudança. Estudantes na praxe vendem patas de galinha (a sério que venderam uma por 20€?), casais dão a mão enquanto se ouve a batida de uma música brasileira incoerente com o momento. Turistas esperam para entrarem nos barcos que deambulam sobre o Douro. E eu caminho.
Passa-me pela cabeça tanta coisa que aconteceu durante este ano. Os planos que tinha, realizados a 95%. Bem bom, para quem mudou a sua vida em tantos aspectos. Tanto mudou. Tão bom! É tanto permanece igual, só que melhor. O que é delicioso. À minha volta, nas outras pessoas, acho que Setembro talvez funcione de modo semelhante. Em vez de escolhermos canetas e cadernos, olhamos para nós e vemos a nossa evolução espelhada no tempo. Em momentos. Em escolhas. Em avanços e retrocessos.
Os amigos que surgiram e os que perdemos. Os que gostaríamos de poder manter por perto, mas que por um motivo ou outro não conseguimos... Talvez seja demasiado difícil para suportar. Os que se mantêm perto mas que sabemos... de amigos, têm apenas a curiosidade. Ou o interesse... Ou aqueles que se revelaram demasiado diferentes do que pensávamos (ou seriam os meus óculos cor-de-rosa que olhavam para eles com ar de sonho e boa vontade?). E os que gosto mais: os de sempre! São de sempre, ainda que os conheça há um mês ou há dez anos. Querem sempre saber como estamos, e se o nosso sorriso é mesmo sincero. E partilham, até os momentos mais efémeros e estranhos das suas vidas connosco. E nós com eles! São estes, os que fazem sentido, e fazem tudo valer a pena! São a eterna surpresa e maravilha da vida!
Tanto mudou, que eu não mudei nada. Cozinho mais um pouco. Recomecei os treinos. Tenho imensos planos, e hão-de surgir algumas desculpas. Daquelas sentidas. Algumas hão-de ser reais (a tal da contratura!): tão reais que chateiam que 'tolhe', mas que já ninguém leva a sério. Nem mesmo eu! Gosto mais de rir, e suporto cada vez menos mentiras. Adoro batalhas pessoais e seguir de perto homens comuns que se erguem das cinzas contra tudo e contra todos. Vou sempre amar desafios!
É Setembro nesta cidade. E no meu coração é Primavera. Os dias passam mais rápido, mas os momentos são mais vividos, e duram mais. Gosto da minha vida assim.
Subscrever:
Mensagens (Atom)